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Má oclusão: atenção aos alertas do corpo
A má oclusão é considerada um problema de saúde pública devido ao alto número de pessoas que sofrem com o problema. Ocorre quando não há harmonia entre as arcadas dentárias, podendo existir em todas as fases da vida. O fator genético (hereditário) responde por 40 % dos casos e o restante (60%) é consequência do meio ambiente, por exemplo, hábitos bucais como chupeta, dedo, mamadeira e problemas respiratórios, tais como adenóide, rinite e sinusite. A perda precoce de dentes decíduos, traumas e tumores também podem ocasionar o problema.
A má oclusão é um defeito físico que pode ser classificado em:
-Classe II - maxilar avança a mandíbula, o indivíduo parece não ter queixo;
- Classe III - mandíbula à frente da maxilar, o indivíduo parece ter um queixo grande;
- Mordida Aberta - os dentes não se tocam;
- Mordida Cruzada - mandíbula cobre parte da maxilar;
- Mordida Profunda - maxilar cobre muito a mandíbula e
- Apinhamento - não há espaço para os dentes.
É importante lembrar que a má oclusão não se corrige sozinha e pode afetar o crescimento ósseo da face. Por isso é importante a visita ao dentista, só um profissional saberá qual o tratamento adequado para cada caso, podendo durar meses ou anos, mas os resultados geralmente são satisfatórios. Eles podem variar e vão desde o uso de aparelhos ortodônticos com ou sem elásticos, extrações de dentes e nos casos mais graves, até cirurgias para reposicionamento das estruturas. Já no caso da má oclusão gerar má postura e problemas de coluna, o fisioterapeuta entra em cena, só ele poderá indicar o tratamento mais indicado para corrigir estas situações.
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